Há poucos momentos como estes... Calma, calma, e mais calma...



Este vai ser um espaço de divulgação de aventuras de pesca e caça por este Belo Alentejo.





Após vários lançamentos com a mesma amostra e com ela a tocar quase sempre no mesmo calhau, houve um em que ficou lá cravada. Só que o raio da pedra responde quando tento desprende-la da pedra. E ai começa uma pequena luta. O velhaco um pouco teimoso. Não se queria assomar à superfície... Em pouco menos de 2 minutos desço a pedra de onde estava pescando, ligeiramente mais alto em relação à água, para com as mãos segurar aquele que era a estreia da Branquinha...
É com um sentimento de tristeza que partilho convosco estas fotografias.
Após serem gastos milhares de € em obras do Polis, de vez em quando ainda existem estas "descargas". Desconheço (não totalmente) a sua origem e nem me interessa entrar em pormenores sobre a origem das mesmas. Interessa-me sim, que estas imagens sejam partilhadas demonstrando o desagrado da população Odemirense, tentando fazer com que as autoridades competentes tomem providências de modo a evitar futuras situações. 


Agora resta-me aguardar que o mar acalme para ir experimentar estes locais, que aparentam excelentes condições.![]() |
| Este animal dá cá um gostinho à batata :D |



Com um relato destes, o bicho aumentou ainda mais. Depois de ir lavar o meu carro, lá pelo meio dia, com a maré completamente escorrida, resolvi ir buscar a cana a casa e ir tentar a minha sorte. Avistei alguns pequenos exemplares, e quando menos esperava, lá enganei este já com a maré a encher e com as águas bem turvas.
No domingo foi dia de voltar à ZCA de onde sou associado. Terrenos completamente diferentes de onde estava habituado a caçar. A planície alentejana é completamente diferente da maioria das zonas do Concelho de Odemira, onde a serra prevalece. O dia estava fantástico. Fresco e sem chuva. Nesta jornada apenas me acompanhou o meu Iro (Isaac de MirAlgarve). Começa-mos a caçar num projecto de sobreiros, recentemente debastados. Havia por lá uns coelhos, tendencialmente amalhados debaixo da lenha caída. Avistaram-se alguns, morreram poucos. A minha parte consegui cobrar uma perdiz que vinha levantada à frente dos meus companheiros. Um bonito tiro e uma excelente cobrança do Iro... Mais tarde, já numa zona aberta, de pastoreio, uma paragem do Iro. Ficou imóvel. Pensei que devido ao pasto existente, denso e alto, que seria provavelmente uma codorniz. E não me enganei. Animal levantado e ao segundo tiro lá consegui acertar no pássaro. Prontamente o Iro correu ao local onde a codorniz caiu e efectuou o cobro da peça de caça, trazendo-a junto de mim. Mais tarde, num outro local, misturado entre uma lavoira recente e um pasto velho, salta-me uma lebre. A velhaca estava bem amassada. Apenas se levantou pois estava a repreender o Iro por estar um pouco longe de mim. Ao segundo tiro, acerto-lhe e prontamente o Iro ocorre ao local cobrando a peça de caça abatida trazendo-a até mim. Até aqui estava a correr às mil maravilhas. Cinco peças atiradas ( duas perdizes, uma lebre um coelho e uma codorniz) três cobradas. Mais tarde, num projecto de sobreiros, onde há um efectivo de perdizes acima da média, correu quase tudo mal. Quase tudo porque apesar das cinco perdizes que errei como um verdadeiro "podão", ninguém se aleijou e isso prevalece sobre tudo. Deu para tudo, alguns mataram, todos atiraram e muitos, como eu, erraram a caça levantada.

